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EDUCAÇÃO

Da sala de aula para o campo: Fazenda Progresso se transforma em espaço de aprendizagem para estudantes

Vivências práticas aproximam alunos da agricultura de precisão e permitem contato com profissionais, máquinas e operações do agro.

Grupo de estudantes e profissionais posando diante de um painel do Grupo Progresso e da Progresso Sementes.

Uma coisa é conhecer a agricultura de precisão dentro da sala de aula; outra é acompanhar uma operação agrícola de perto, observar equipamentos em funcionamento, conversar com profissionais e entender como a tecnologia participa das decisões tomadas diariamente em uma fazenda.

É justamente essa conexão entre teoria e prática que orienta as atividades realizadas com estudantes da formação técnica de Uruçuí na Fazenda Progresso.

Por intermédio do Instituto Cultivar Progresso e em parceria com o Grupo Progresso, o ambiente produtivo passa a funcionar também como espaço de aprendizagem. A proposta permite que jovens em formação tenham contato com situações reais do agronegócio e compreendam como os conteúdos estudados na escola são aplicados no dia a dia das operações agrícolas.

Desde a implantação dos cursos, a realização de atividades práticas na Fazenda Progresso foi apresentada como uma das possibilidades da cooperação. Na ocasião do lançamento, a Secretaria de Estado da Educação destacou justamente a aproximação entre Governo do Estado, educação, iniciativa privada e Sistema S como um caminho para ampliar as oportunidades oferecidas aos estudantes.

Na Fazenda Progresso, os alunos podem acompanhar diferentes etapas da atividade agrícola e conhecer aplicações relacionadas a mecanização e agricultura de precisão.

O programa educacional desenvolvido pelo Instituto prevê vivências relacionadas ao preparo do solo, plantio, tratos culturais, acompanhamento de máquinas e implementos e utilização de tecnologias de agricultura de precisão. As atividades contam com acompanhamento técnico e orientação de profissionais ligados às áreas de produção e tecnologia.

A estrutura também inclui orientações sobre segurança no trabalho rural, uso adequado de Equipamentos de Proteção Individual e comportamento profissional. Dessa forma, o aprendizado vai além da parte técnica e passa a incluir competências necessárias para a futura inserção no ambiente de trabalho.

Para os colaboradores envolvidos, compartilhar conhecimento é também uma forma de contribuir para a formação dos profissionais que poderão atuar no agronegócio nos próximos anos. Para os estudantes, a experiência ajuda a dar significado ao conteúdo aprendido em sala.

Equipamentos, sensores e conceitos deixam de ser apenas parte de uma disciplina e passam a ser compreendidos dentro de uma operação real, com seus desafios, procedimentos e responsabilidades.

Essa integração resume uma ideia simples: quando escola e setor produtivo se aproximam, o conhecimento encontra espaço para se transformar em experiência. E quando jovens encontram oportunidades para conhecer de perto o mercado em que poderão atuar, também começam a enxergar novos caminhos para o próprio futuro.

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